O Bombeiro

O Bombeiro

Voluntário de alma e coração,
Correndo a qualquer hora do dia,
Apagando o fogo que, sem razão,
As árvores queima, o céu alumia.
Vai em frente de cabeça erguida
Por entre aquele fogaréu de lenha,
Dando, se preciso for, sua vida,
Para que a terraI, viva, se mantenha!
Assim mostra a sua força, o Bombeiro
Vencendo cada fogo que aparece,
(Ateado, quem sabe?, por dinheiro…)
A Natureza livre agradece.
Dá-lhe louvores o País inteiro,
Nem c’o passar do tempo o esquece.
Filipa Duarte in Sons e Ecos